

Apesar de vivermos no campo, não vivemos do campo...a nossa vivência por aqui é de puro lazer, não temos animais, ou melhor, não fazemos criação de animais, temos animais sim, mas todos de estimação, daqueles que vivem em liberdade e que acabam por morrer de velhos e com a barriga cheia...
Esta nossa maneira de estar levanta alguma desconfiança entre a vizinhança...gente habituada a matar para comer bichos sem hormonas, e na sua maneira castiça de viver a vida tentam-nos educar, oferecendo-nos animais vivos, a ver se é desta que a malta se faz homem...
Nós recusamos, sempre amavelmente, eles returcam com o...nunca se oferece animal morto...nós sorrimos, ou melhor, o dear hubby sorri, eu fujo...
Eles acabam voltando, mas com o animal já morto, a malta agradece...ainda não foi desta...
1 Galo
1 Limão
100 g de Margarina
150 ml de Vinho Branco
Sal e Pimenta
2 chávenas de Arroz
1 Cebola
3 dentes de Alho
Miúdos do Galo
Sal
Limpar bem o galo e levar a ferver em água e sal, cerca de 10 minutos, retirando toda a espuma que se forma à superfície.
Retira-se da água onde cozeu, escorre-se bem, coloca-se no tabuleiro de ir ao forno e deixa-se arrefecer um pouco.
Depois de já estar um pouco arrefecido esfrega-se todo com sal, limão, margarina e o cubo de caldo de galinha, rega-se com o vinho e vai ao forno pré-aquecido a 200º cerca de 1 hora.
Entretanto, coze-se o chouriço na mesma água onde cozeu o galo, deixa-se ferver uns 8 minutos, retira-se corta-se em fatias e reserva-se a água.
Faz-se um refogado com a cebola e o alho bem picadinhos, juntam-se os miúdos do galo, e deixa-se apurar, adiciona-se a água (em dobro do arroz e mais um pouco, cerca de 1/2 chávena) onde cozeu o galo e o chouriço, assim que ferver adiciona-se o arroz, e deixar cozinhar sem secar muito, rectifica-se o sal.
Distribuir o arroz por um tabuleiro untado com margarina e, colocar as rodelas de chouriço por cima.
Levar ao forno até gratinar o chouriço.
Servir o galo com o arroz e uma salada.